sábado, 19 de janeiro de 2013

contra-obviedade

Disseram que precisava ser menos impulsivo.

Pensar mais.

Ele obedeceu.

Pensou muito.

Mas de tanto pensar não soube o que fazer.

E sem saber o que fazer corre-se o maior dos riscos:

Não fazer nada.

Ou pior: fazer o óbvio.

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