Sou de dois mundos. Em um desvendo a mim mesma, mergulho nessa pluralidade que me constitui. No outro, quero entender tudo o que é esse não-eu, o fora que me toca, e que acaba por ser um eu também. Em ambos, essa curiosidade, essa angústia, essa desconfiança que é ao mesmo tempo aquilo em que mais confio.
Linda postagem, alice!
ResponderExcluircontinue assim, escrevendo e botando para fora o essa arte de escrever!
Lindo !
ResponderExcluirsabe que te lendo, te entendo mais..
a sua pluralidade é seu maior encanto!